Você gosta do que faz?


Já parou pra pensar nisso? Se você gosta do seu trabalho?
É interessante pensar nisso. No meu caso, desde adolescente eu sabia que trabalharia com algo relacionado a criação.
Dependendo pra quem você conta, você escuta o clássico “ah, mas isso não dá dinheiro” ou “ah, não tem campo de trabalho pra isso no Brasil”.

Quem disse que não?
Talvez, você leitor não concorde, mas eu acredito cegamente que se você AMA o que faz, dá dinheiro sim! se você AMA o que faz, há campo de trabalho no Brasil sim! E porque? Pelo simples fato de que você corre atrás e faz o que é necessário para poder exercer e trabalhar na profissão que gosta. Não importa se você é médico, engenheiro, ator ou músico! 

Tenho pensado nisso muito ultimamente. E consigo falar com toda sinceridade que eu amo o que faço e não trocaria por nada. Temos conversado sobre isso bastante na agência onde trabalho, por isso que resolvi escrever esse post. Alguns acham que estão no lugar errado, outros como eu, têm certeza de que estão no lugar certo.

No caso de recém-formados como eu (que farei 2 anos de formado no fim deste ano), o assustador é que nem sempre conseguimos o emprego ideal logo de cara quando saímos da faculdade e percebemos que na realidade o mercado de trabalho é um pouco mais difícil e competitivo do que escutamos dentro da universidade, independentemente de qual faculdade você tenha feito (ou está fazendo).

Por isso ficamos frustrados com o tratamento que recebemos ou mesmo o salário que não é nem de estagiário, nem de alguém que já está inserido no mercado. E isso nos leva a pensar: será que eu não deveria estar fazendo outra coisa?

Se você está fazendo o que gosta, não desista. Se onde trabalha, você não vê a hora passar e quando se dá conta a semana já acabou. Fique tranqüilo! Você está no caminho certo, mesmo que talvez haja alguns obstáculos.

Mas se seu primeiro emprego não for o emprego do sonhos lembre-se sempre de que ele não vai ser o seu último emprego. Como quase tudo que fazemos, há dias ruins, dias excelentes, dias que não rendem absolutamente nada, dias que você tem vontade de matar seu colega de trabalho, dias de rir, dias de ficar sério. Mas é assim mesmo, e garanto que se você estiver fazendo o que ama, com certeza vai ficar muito mais fácil.

Sei que parece um texto um pouco romântico demais ou talvez de auto-ajuda, mas eu passei por algumas experiências muito ruins e muito boas nesses quase 2 anos de formado e decidi compartilhar um pouco do que aprendi com vocês.
Espero que tenham gostado. Até semana que vem! 
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